5 coisas que eu levaria para uma ilha deserta

Nossa eu sou tão original, mas tão original que copiei isso de alguém hehehhehe. Sei lá eu vi no twitter, acho que foi da Elle. Ela comentou algo sobre isso e me fez pensar, afinal de contas são só 5 coisas! E creio que a coisa perde a graça se eu falar: levo celular pra pedir resgate, levo meu laptop com internet, levo televisão, levo minha família,… Porque se te fazem essa pergunta, acredito que estão supondo que um naufrágio, ou uma queda de avião aconteceram pra estar nessa situação e assim estar completamente sozinha nessa ilha deserta. E sendo coisas, eu não posso levar pessoas já que apesar de muitas pessoas serem meros objetos para outras, literalmente pessoas não são coisas. Então vamos lá:

  • Uma biblioteca: tanto tempo livre sem nada pra fazer, milhares de livros vão ocupar minha mente e no caso de resgate eu ser considerada um naufrago culto
  • Filtro solar fps 60: se alguém me resgatar eu quero estar com um mínimo de dignidade na pele, sem estar cheia de manchas e com menos riscos de ter câncer de pele.
  • Uma faca que nunca perdesse o fio: seja criativo e imagine quantas coisas podem ser feitas com uma faca
  • Carregamento de absorventes, ou então aquele copinho que estão dizendo que vai ser o futuro sustentável dos absorventes: sou realista, mesmo sendo vida louca numa ilha deserta não consigo me imaginar vivendo naquela sujeira daqueles dias e estar bem com aquilo. Não que seja um fardo pra mim, mas sinceramente eu gosto de me manter confortável e limpa…
  • Um cobertor: de dia pode ser quente, mas vai saber de noite…

Enganou-se quem pensou que eu levaria maquiagens, roupas, milhares de cds essas bobagens… Não faz sentindo, sendo realista, levar essas tralhas, eu estar forever alone lá, pra que levar maquiagens se ninguém, nem eu mesma, vai me ver linda? Vestir roupas incríveis sendo que eu posso pedir livros,… São prioridades né. Sinta-se livre pra me dizer quais são as suas 5 coisas que você levaria pra uma ilha deserta.

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Testei: máscara caseira para tirar cravos

No meu ócio mágico do dia resolvi fazer essa máscara e dar uma de micreiro e fazer o passo-a-passo de como se faz.

Ok ficou meio juvenil mas vai lá, dá pra disfarçar né?

Enfim voltando à máscara, eu aprendi essa receitinha com a Michelle Phan, ela é tipo rainha de receitinhas caseiras no youtube e ensina uns truques de maquiagens interessantes. Mas acho que devo ter feito alguma coisa errada, porque sinceramente não vi os cravos na película que se formou, ou talvez eu não tivesse tantos cravos, ou talvez não tenha esperado o tempo certo pra tirar. O cheiro é horrível, de verdade, rolou comigo até aquelas ânsias de vômito. Não fez muita coisa, mas também mal não fez. Depois eu lavei meu rosto normalmente com meu sabonete anti-acne da Granado e passei um hidratante da clean&clear.

Mas fica a dica né, vai que com você dá certo.

Posso ser sincera? Boneca Blythe

Me empolguei e fiz dois PSS seguidos.

Posso ser sincera? Tenho super medo da boneca Blythe, acho surreal alguém pagar caro nesse ser monstruoso. A primeira versão dela (segundo a wikipédia – risos) foi retirada do mercado por ser uma boneca que assustava as crianças, imagina que esquisito!

Ok nessa foto nem tá tão medonha assim, tá até bonitinha.

Posso ser sincera? Guilty Pleasures

Acho que vou tornar isso frequente por aqui, já que o blog é uma bagunça e eu falo sobre o que dá na cabeça! Vai virar rotina o ‘Posso ser sincera?’ Que eu vou falar sobre um assunto qualquer sem ser hipócrita, sem me excluir de fazer parte dessa tal coisa que eu provavelmente vou criticar. Enfim explicações prévias terminadas vamos ao que interessa.

Guilty Pleasures em uma tradução informal diz prazeres culposos; é uma expressão que não achei similar em português que significa algo como aquela coisa que você gosta de fazer, mas tem uma certa culpa por fazê-la já que ninguém acha tão bacana, não acha cult ou até mesmo acha ridículo, daí você fica com vergonha porque gosta daquilo. Eu sou a primeira a admitir que sou cheia guilty pleasures.

  • reality shows ->eu adoro e assisto todos que eu puder assistir: big brother, esquadrão da moda, se ela dança eu danço, pequenas misses, los angeles ink, america’s next top model, meu novo vício american idol, keeping up with the Kardashians, girls of the playboy mansion, dr. 90210 (dr. hollywood)…  Você não tem ideia de como as televisões fazem simplesmente qualquer tipo de reallity, sobre qualquer coisa mesmo. E eu adoro, fico tentando adivinhar se rolam roteiros, me irrito e me indigno com eles, crio hipóteses psicológicas sem entender porra nenhuma de psicologia e acabo achando tudo ridículo mas continuo assistindo. Quando estou em curitiba fico sem TV a cabo e me frustro, pq na TV aberta não costumam ter reallity shows interessantes.
  • Gurus do youtube -> eu amo maquiagem, não tenho toneladas como as gurus, mas gosto tanto de ver elas fazendo, contando das compras que fizeram, falando sobre os produtos que compraram. Eu posso ficar horas vendo esses tipos de vídeos, de verdade mesmo. Depois que conheci o canal do Gregory Gorgeous ele une dois prazeres que amo guru do youtube e reallity show eu me divirto horrores com ele.
  • Música cafona -> preciso explicar? Tenho meus momentos cafonas.  Eu odeio admitir, mas as vezes eu escuto sertanejão, escuto umas coisas velhas, umas coisas dos anos oitenta, boy bands da década de noventa,… Aliás o próximo guilty pleasure
  • Roberto Carlos -> ain *-* quem nunca num natal não cantou emoções com a avó? quando eu abri um pouquinho minha cabeça vi ele canta canções de amor lindíssimas, eu desabo toda vez escuto desabafo na voz da Fafá de Belém. Aliás o show Elas cantam Roberto Carlos arrasa, só acho que deveriam ter tirado a Claudia Desnecessária Leitte e colocado a Bethânia.
  • Carnaval -> eu gosto de verdade de ver desfiles, respeito muito o trabalho de toda uma comunidade, todo mundo odeia carnaval mas eu acho uma festa lindíssima. Se não fosse uma festa incrível tenho certeza que vários estrangeiros não gastariam seus suados dinheirinhos para viram pra cá.
  • filmes disney -> cresci vendo isso.

A eu devo ter mais mais guilty pleasures mas não estou lembrando. Como dá pra ver são coisas bobas, que tem gente acha coisa de povão, coisa de gente cafona. E eu acho coisa de gente blasé chata achar ridículo tudo isso, coisa de gente sem infância hehehehe. Eu curto e admito meus guilty pleasures e você?

Testei: Demaquilante facial da Granado

Ontem eu fui na loja da Granado. Ain adoro muito aquela loja *-* Dentre tantas coisinhas que queria comprar acabei levando esse demaquilante facial que segundo a vendedora era novidade e havia chegado um dia antes na loja.

Nessa parte da frente diz:  Não oleoso, não irrita os olhos, sem perfume e é para todos os tipos de pele. Só de ser não oleoso já me fez olhar com carinho e como estava precisando de um novo levei.

Atrás diz: O demaquilante facial Granaderma é dermatologicamente e oftalmologicamente testado. Possui efeito não oleoso, removendo a maquiagem e impurezas do rosto e da área dos olhos. Deixa a pele limpa e suave. Sem perfume

Modo de usar: umedeça um algodão e espalhe suavemente o produto no rosto e na área dos olhos para retirar a maquiagem e impurezas da pele. Enxágue com água em seguida.

Como eu nunca sigo instruções eu não fiz isso de passar no algodão mimimi. Desde que eu vi como a Julia Petit usa demaquilante em creme (aliás esse é em creme) eu faço igual ela mostra no vídeo. E ele tira bem a maquiagem do dia a dia (básica: rímel, blush, corretivo, batom vermelho,…) mas ainda não saí numa balada com uma maquiagem mais pesada pra saber se tira bem.

Como na própria embalagem diz que posso usar na área dos olhos assim o fiz e ora veja… Como arde o olho quando me descuido! Meu olho ficou super vermelho, mas se tiver cuidado ele não dá problema.

É um creme bem grosso, tanto que é difícil de sair do buraquinho minúsculo da embalagem, mas mesmo sendo grosso ele rende bastante. Acho que vai durar bastante tempo.

A prova dos nove é quando eu lavo o rosto com água e sabão (nesse caso o sabonete anti-acne da Granado), no primeiro dia que usei manchou meu olho, porque ainda tinha rímel; mas no segundo deu tudo certo.

Preço: R$25,35, creio que bem gastos, me baseando nas minhas necessidades do dia a dia.

Razões pelas quais, hoje em dia, prefiro uma balada gay

Ontem foi o meu aniversário e tive a oportunidade de estar em dois extremos de baladas aqui em Brasília. A primeira  (do 18 para o dia 19) foi a Bluespace, uma boate gay bem conhecida daqui, a segunda (do dia 19 para o dia 20) foi a Hype uma boate não voltada para o público gay. Enquanto uma eu não queria mais sair a outra me dava vontade de chorar de raiva de tão ruim que era.

  • Os preços: enquanto na Bluespace eu gastei 40 reais em entrada, uma smirnoff ice de lata, uma dose de tequila e uma garrafinha de tamanho normal de água. Na Hype eu paguei 30 reais para estar presente lá e só! Nem para sorrir paguei. Eu tive sede, mas me recusei a pagar 4 reais numa garrafa de água de tamanho minúsculo.
  • A fila: odeio infinitamente ir à lugares onde é necessário enfrentar fila, fila não significa balada boa e ponto! Na Bluespace cheguei cedo e peguei uma filinha de 5 pessoas super rápida, na Hype só não enfrentei uma fila de mais de 100 pessoas porque minha amiga era bem cara de pau e furou a fila, do contrário ainda estaríamos lá esperando.
  • As pessoas: na Bluespace elas eram agradáveis, de fato elas vão lá para se divertir e conhecer gente nova. Quando pisavam no meu pé, ou derramavam bebida em mim, logo pediam desculpas e puxavam algum assunto, são pessoas bem malucas mas de certa forma encantadoras. Logicamente tem pessoas bêbadas mas como elas tiveram boa educação a bebida não traz o que elas têm de pior. Na Hype… sem comentários. Uma grosseria sem tamanho, pessoas vomitando no meio da pista, te empurram como se você não estivesse ali, escoram em você pois não se aguentam de bêbadas, meninas agindo e se comportando como se fossem vagabundas, eu posso continuar descascando mas vou terminar essa parte apenas com: eram pessoas extremamente desagradáveis e desnecessárias na vida de qualquer um nesse mundo!
  • A música: taí uma coisinha que a Hype precisa aprender com a Bluespace, contratar djs divertidos! Bluespace ganhou pra sempre meu coração quando tocou Lua de Cristal! O tema da noite era aquecimento para o show dos Backstreet Boys, que vai ter hoje em Brasília. Ou seja, muitas músicas dos anos 90 alternadas com músicas atuais. E, ora veja, sem remixes! Ou seja pude cantá-las sem ou vir um diabo de uma sirene, batidas irritantes e continuamente! Fui para a Hype porque teria show da Gaiola dos Popozudas e alguns djs que tocam funk, porém deu 3 horas da manhã e nada! Fiquei da meia noite  às 3 ouvindo música eletrônica, e se tem uma coisa que deixa broxa e completamente desanimada é música eletrônica e suas facções. E mesmo se eu tivesse ficado mais tempo que isso certeza que ficaria pelo menos mais 1 hora ouvindo essas porcarias.
  • O ambiente: a Bluespace é o triplo do tamanho da Hype, com uma decoração meio duvidosa, porém bacana, três gogoboys, há um segundo andar que contorna a pista ao invés de ser um segundo andar inteiro, teto é bem alto, ou seja não fica abafado e quente, e reza a lenda que ele abre, só que não abriu na noite que eu estava lá. A Hype é o oposto disso pequena, abafada, com degraus (o que eu acho meio perigoso) com aquelas máquinas de fumaça horrorosas,o sinal do celular não funciona,…
  • A pegação: nos dois lugares há muita pegação, porque em boate quase todo mundo vai com o objetivo se sair do zero a zero, independente do gênero. Mas como eu meio que passei dessa fase, ir à uma boate gay me garante que eu posso sair, me divertir e que não vai ter ninguém passando cantadas ruins, pegando meu braço, me enchendo o saco pra ficar comigo sendo que depois de dois segundos nem vai lembrar meu nome, ninguém vai ficar parado que nem um imbecil me olhando dançar funk como se eu estivesse ali dando alguma espécie de show, coisa que eu morro de nojo. Os tipos de caras que vão na Hype são do tipo que não valem a pena para absolutamente nada, nem para manter uma conversa.

O que acontece é que eu estou com 21 anos agora e não saio mais com o objetivo de encontrar um príncipe, até porque nesses lugares só se encontram sapos. Minha realidade na faculdade é diferente da realidade de alguém que faz medicina, direito, engenharias,… Lá realmente existem as diferenças e estou aprendendo meio que na marra a lidar com elas e confesso que o fato de eles terem me apresentado um universo completamente novo do que estava acostumada há um ano atrás só me faz agradecer a toda experiência. É um ambiente que realmente saio pra me divertir, dançar e fazer palhaçadas com minhas amigas, onde eu sou permitida a me divertir… Numa boate gay, mesmo com minha opção sexual ser hétero, eu posso ser eu mesma, fazer a maluca, usar roupas esquisitas e tudo isso sem nenhuma vagabunda me olhando com cara de nojo.

Hoje vai ter uma festa…

bolo é guaraná muitos doces pra você!

É o meu aniversário!

imagem peguei desse site